Outubro 28, 2009

Eu vou tentar prometer que não blogo mais em crise, porque a maioria delas são passageiras e dois meses depois eu nem me lembro mais porque bloguei isso ou aquilo. Portanto, ignorem o post anterior.

Muita coisa tá diferente.
Eu fui demitida por motivos obscuros e [nem tão] alheios à minha vontade. Estou desempregada há um mês apenas, mas por opção minha.
Arrumando a casa nova, pintando paredes, ensacando roupas, desmontando armários, enfim sem tempo para procurar nova colocação no mercado de trabalho. Mas em breve estarei de novo nas páginas da Catho, pode crer.
Me sentindo melhor, mais senhora de minhas escolhas. Mais madura e mais feliz.

As “crianças” continuam bem e lindas. Pink cada dia mais gordo, Mittens teve seu primeiro cio (mas vou resolver isso em breve) e Marie completará seu primeiro aniversário neste sábado.
Novas integrantes chegaram a nossa casa: Amy e Lola.
Amy é dona de uma personalidade tipicamente “filha única”. Extremamente mimada, acha que é o centro das atençõe da casa. E para aparecer não mede quantidade de miados.
Lola é uma filhote tricolor dona de uma quantidade grande de sono. Ela é linda, meiga e doce. Apanha um pouco da Amy, mas no fundo são grandes irmãs.

Ah tá, mas não falei da casa nova né? Pra começar, é uma casa. Menor que o apê, mas ainda assim uma casa. Com quintal, espaço pra fazer um churrasco com os amigos e uma varandinha gostosa pra quem saber colocar uma rede. Dois quartos, sala aconchegante e uma cozinha grande. Afinal, cozinha é o canto mais gostoso de uma casa né? Aluguel mais barato que o apê e o melhordetudonestemundo: é em São Paulo. Há exatos 15 minutos da casa da minha mãe. Ufa… enfim, de volta à civilização.
Não pretendo mais demorar tanto a blogar,  mas confesso que usar o pc só aqui na casa da mamãe meio que me tira o pique e a criatividade de escrever. Espero estar postando da minha casa, do meu [novo] pc e da minha conexão de internet na próxima vez.
Nos vemos em breve, eu acho…


Agosto 23, 2009

Eu não estou feliz assim.
Há algo que me impele pra fora.
Eu queria poder me virar sozinha na verdade, me bancar sozinha, mas  eu não posso. Sozinha eu pagaria aluguel, água, luz mas seria só. Não dá pra viver só pagando as contas básicas.
“Ah então volta pra casa da sua mãe.” – Nâo, não dá. Só quem já morou longe dos pais saber o quão prazeroso isso pode parecer. Além do que, eu preciso do MEU espaço. Não sei mais dividir com ninguém, principalmente com a minha mãe.

Eu gosto sim, não nego. Mas acho que não é mais como antes. Algo está fora do lugar.
Eu não sei onde vamos chegar, mas eu só queria poder ter minha liberdade. Só isso.


Depois da tempestade…

Abril 24, 2009

Muito se fala sobre a crise que se instala em um casamento no início da convivência. A tal fase da adaptação.
O fato é que a coisa toda acontece de forma diferente pra cada casal. Seis meses, um ano, enfim.
Parece que vc tem um atestado assinado e com firma reconhecida de que aquilo já começou no fim. Que não vai dar certo, que vc fez a escolha errada, que deve parar ali. NÃO.
Mulheres recém casadas eu vos digo: PROSSIGAM!
É difícil conviver. Ninguém disse que seria fácil. Mas acontece que todo ser humano tem lá suas chatices e aprender a conviver é uma aventura que a gente não sabe onde vai dar. Aliás, sabe sim. Ou dá certo ou dá errado. Mas se vc não tentar não saberá o quão bom é quando dá certo. Sim, porque quando essa fase passa vc aproveita a verdadeira lua de mel que não inicia de verdade na noite de núpcias.
Estou nessa fase: a de lua de mel. A grande crise de adaptação se foi (e nenhum rolo de macarrão se partiu) e agora estamos bem. Maduros e [muito] bem.


Abril 14, 2009

Eu apenas queria saber como faz pra tirar a escova progressiva do meu cabelo sem precisar corta-lo. Shampoo anti residuos? Alguém me diz, porque eu já cansei desse cabelo liso…


Março 27, 2009

Existe algo pior do que uma dor de cabeça que não passa com analgésico algum? Meu pai eterno. Que sofrimento!!


Março 13, 2009

Uma sensação esquisita de parecer não se encaixar em lugar algum, em “turma” alguma, em padrão algum. Tá, eu sei. Ser padrão é chato. Mas a questão é a falta de identidade.
Se estou com fulano, sou A. Se estou com ciclano, estou B. E assim eu caminho sem saber direito de onde sou, pra onde vou (e com quem eu vou).

Eu queria viajar. Essa á unica certeza que tenho.
Viajar pra um lugar lindo. Pelo menos 5 dias de solidão . Pra pôr as energias no lugar, pra praticar o desapego, pra ficar sem ter o que fazer, sem ter pra quem ligar, sem dar satisfações.

Ontem me disseram que eu fico magoada muito fácil. Ok, deve ser verdade.
Mas o fato é que a mágoa aparece quando alguém fala algo que não vai cair bem (e não cai mesmo). Então se a pessoa já sabe que vai magoar, porque insistir no erro?


Março 12, 2009

melissa-ashia-magico-de-oz1
NECESSIDADE INSTANTÂNEA

Melissa Ashia + Mágico de Oz

Morri.


Março 5, 2009

Uma coisa é certa: apenas mulheres reparam se você usou a mesma blusa na semana. Os homens não. E viva a diferença! :)


Março 3, 2009

E quem disse que eu tenho certeza de alguma coisa? Hã?


Fevereiro 13, 2009

Eu não sei lidar com pessoas que gostam de mim e eu não gosto delas na mesma intensidade, sentido ou direção.
Ninguém conquista ninguém por prazer. Não é um jogo. Pelo menos não pra mim.
Eu não fiz esforço. Fui sendo apenas eu mesma e zás… lá estou eu agora com um pequeno problema a ser resolvido.
Não que seja um problema. Um homem daqueles apaixonado por mim poderia ser realmente um grande massageador de ego, mas neste caso eu tô é morrendo de medo que ele saia machucado dessa história toda. Porque o medo? Simples. Porque eu tenho um grande carinho por ele, porque me importo. Mas não sinto o mesmo que ele.
E como dizer sem magoar? Como magoar sem fazer sofrer.
Duro. Mas necessário. E eu realmente não sei como agir.