Ciranda da Bailarina

fevereiro 28, 2010

Filed under: Sem-categoria — Tatiana Rezende @ 11:14 PM

Nós vamos sobreviver.
I gotta feeling…
🙂

fevereiro 27, 2010

Filed under: Sem-categoria — Tatiana Rezende @ 10:58 PM

É que a dor é tão grande que já não sei mais como conviver com ela.
Eu vim aqui em casa, a gente conversou amenidades e saiu. Saiu e não voltou até agora (23h). Desde as 15h. E eu vou dormir aqui. Quer dizer, passar a noite pq dormir mesmo acho que não.
A sensação que eu tenho é que não quer olhar na minha cara mesmo e assim, passa mais tempo na rua, pra quando chegar eu já esteja dormindo.
E onde foi para o amor todo? Nenhuma mágoa, chateação, dor é capaz de fazer vc não querer ver a pessoa de jeito nenhum. Porque continua afirmando que me ama?
Isso é tortura chinesa sabe? Aos poucos, de leve, pra ver quanto eu resisto. Se eu quebro fácil.
A coisa toda é que eu já quebrei. Ando por aí com cacos colados e quase ninguém vê porque eu finjo bem. Mas eu já estou quebrada. E tá doendo demais…

fevereiro 24, 2010

Uma vírgula, por favor.

Filed under: Sem-categoria — Tatiana Rezende @ 9:24 PM

E aí, depois de grandes desgastes eu vim parar na minha mãe.
Pra sempre? Temporário? Nada sei. Só sei que precisávamos disso. Desse tempo pra por nossas idéias em ordem, pra por os sentimentos nos eixos e quicá até sentir falta. Porque não?

Vim apenas com uma mochila, um travesseiro, pouca maquiagem e três pares de sapato. É óbvio que eu preciso de mais do que isso pra viver. Volto em casa no fim de semana pra lavar roupa e trazer mais roupas pra próxima semana. Eu queria ir quando não tivesse ninguém em casa, só pra garantir que as nossas lágrimas não vão rolar outra vez.
A política do carro ainda está incerta. Qdo alguém for usar, avisa antes. E só.

A coisa aqui na casa da minha mãe é estranha agora. Não sinto mais como sendo minha casa. Tudo diferente, tudo fora dos meus hábitos. E eu ainda tô tendo que dormir no sofá, porque minha mãe deu fim na minha cama antiga. Uó! Mas ok, né.
Cá entre nós? Eu tenho esperanças de voltar pro meu lugar, minha casa, meu amor 🙂

fevereiro 21, 2010

Driving my life

Filed under: Sem-categoria — Tatiana Rezende @ 9:58 PM

Devo registrar que ontem, dia 20 de Fevereiro eu perdi o medo de dirigir [quase] por completo.
Num momento de raiva da dependência dos outros que eu deixei se instalar eu peguei meu próprio carro e fui. Por aí, sem destino, com medo, suando, tremendo, mas fui. E depois de uns 100 ou 200 metros eu não tremia mais, transpirava bem menos e já me sentia mais segura do que estava fazendo. Segui até a casa da minha mãe. Desci, travei as portas, acionei o alarme e entrei com um sorriso no rosto e balançando a chave do carro: “Mãe, eu vim dirigindo sozinha”
Ela sorriu orgulhosa mas ainda com medo das barbeiragens que eu poderia ter cometido no caminho. Mas eu não cometi nenhuma. Não levei buzinadas, não deixei o carro morrer. E percebi, como a Kalu um dia me disse [por mais óbvio que isso soe pra você leitor] que o carro só responde às suas instruções. Ou seja, eu domino ele, não o contrário.
E assim foi.
Agora ninguém me segura. Vou praticar, gastar gasolina por aí…
Vrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr

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