Ciranda da Bailarina

setembro 6, 2010

Filed under: Sem-categoria — Tatiana Rezende @ 8:13 PM

“Para gerar outra vida, a concha recebe a areia, que incomoda, e fere, e magoa, mas que, por defesa e ânsia de criação, a ostra envolve com camadas e camadas de nácar puro…
Como proteção, envolve o mínimo grão com sua melhor produção… E este ínfimo grão mutante, de mais um entre milhares torna-se único.
Aquele que, burilado pelo tempo e pelo esforço, pelo contínuo trabalho, pelo doar-se constante de sua agora origem, torna-se pérola…
Que se mostra, e vive, e brilha, apenas e tão somente quando a concha se abre…”

Autor desconhecido.

Hora de estar na concha.
Do not disturb me.

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